Tradição

Com mais de 45 anos de existência, Pivot Point reforça a importância da valorização do processo criativo.

Ao levar as habilidades ate o nível mais alto de criatividade artística. Essa é a proposta de Pivot Point desde 1962, quando a rede de escolas filiadas em mais de 75 países foi idealizada por Leo Passage em Chicago, nos Estados Unidos. A criação do conceito da instituição surgiu a partir de uma reunião realizada com diversos especialistas em arte e design, além de cabeleireiros de todo o mundo, para desenvolver um plano educacional de design de cabelo. No Brasil, a estreia foi em 2004.

De acordo com Moisés Barros, educador da Pivot Point no país e um dos pioneiros da escola, o método consiste em trabalhar a técnica de cortes, calorimetria, penteados, entre outros. “A formação pela pivot Point tem a mesma importância de uma faculdade. Eu posso aprender a cortar em qualquer escola, mas eu não tenho as diretrizes. Porem chega certa altura da carreira em que você se depara com um monte de duvidas. É preciso saber tecnicamente o que se esta fazendo”, explica.

O profissional Moises, que tem 15 anos de carreira, afirma que qualquer profissional pode fazer o curso. “Isso vale tanto pra quem já esta começando ou já esta já um tempo no mercado. No curso você tem as informações necessárias para toda a carreira. Quem não a tem, deve correr atrás. Aqueles que chegaram ao topo e não tem base cientifica, precisam se especializar naquilo que se propõem a fazer”, explica.

O educador ressalta a adaptação a adaptação da escola ao publico brasileiro. “Sempre trazemos os aprendizados das necessidades que são identificadas nas salas de aula. Um dos curós mais procurados é o de penteado. Muitos acham que consegue fazer apenas vendo, mas quando põem a Mao na massa encontram muita dificuldade”, revela o especialista. Diversos hairstylists procuram a escola para aperfeiçoar o conhecimento adquirido na área. Segundo Moises, não existe uma liderança de cabeleireiros de dada região do Brasil. Para ele, existem vários salões que encaminham seus profissionais para se formar na pivot Point de norte a sul do país. E o grande diferencial do método em sua opinião é o aprendizado continuo. “Costumamos dizer que não fizemos pivot, nos fazemos pivot. Porque o conhecimento adquirido você pratica diariamente”, conclui.

 

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